La Gaceta De Mexico - Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas

Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas
Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas / foto: © AFP

Obama critica 'caos e crueldade' de Trump durante campanha por candidatos democratas

O ex-presidente americano Barack Obama criticou duramente seu sucessor, Donald Trump, durante comícios no sábado (14), em Ohio e no Michigan, em apoio a candidatos democratas na campanha para as eleições de meio de mandato de 3 de novembro.

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Os democratas tentam recuperar o controle de uma ou das duas câmaras do Congresso dos Estados Unidos, atualmente com maioria republicana.

Obama mantém, entre a base democrata, uma popularidade considerável, que está disposto a aproveitar para respaldar os candidatos de seu partido. O ex-presidente, de 65 anos, culpou o governo Trump pelo custo de vida cada vez mais elevado, uma preocupação à qual se soma o aumento dos preços dos combustíveis.

"O atual presidente escolheu tomar uma série de decisões ruins", disse Obama em Ohio (nordeste), onde fez um comício para pedir votos para o ex-senador democrata Sherrod Brown.

"Mais importante ainda, ele decidiu iniciar uma guerra desnecessária que ninguém pediu", acrescentou

"Após dois anos de caos, crueldade, corrupção e incompetência, como não tínhamos visto na era moderna, vocês têm a chance de dizer 'basta'", declarou em Cleveland.

"Estamos votando por mudança bem aqui em Ohio".

Mais tarde, no vizinho Michigan, Obama apoiou o democrata Abdul El-Sayed, que disputa uma vaga no Senado com o republicano Mike Rogers.

Obama também pediu aos presentes que votem sem demora nos dois estados. "Não procrastinem, não se enganem", disse.

A presença de Obama em Michigan foi criticada por Trump no domingo em sua rede Truth Social, onde instou o eleitorado a votar em Rogers.

"Obama foi um presidente tremendamente incompetente! Pagou ao Irã bilhões de dólares e abriu o caminho para eles rumo a uma arma nuclear", afirmou o republicano, em referência ao acordo de 2015 negociado pelo então governo democrata, que oferecia ao Irã um alívio das sanções em troca de uma redução drástica de seu programa atômico.

Trump retirou Washington do acordo durante seu primeiro mandato e impôs sanções, inclusive aos países que compravam petróleo iraniano.

As pesquisas indicam que os democratas podem voltar a conquistar o controle da Câmara dos Representantes, mas enfrentam uma disputa muito mais acirrada no Senado.

F.Deloera--LGdM